{"id":8708,"date":"2025-09-25T12:06:05","date_gmt":"2025-09-25T15:06:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/?p=8708"},"modified":"2026-01-08T17:28:43","modified_gmt":"2026-01-08T20:28:43","slug":"cidadania-italiana-e-o-impacto-da-lei-142-2025-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana\/cidadania-italiana-e-o-impacto-da-lei-142-2025-2026\/","title":{"rendered":"Cidadania italiana com a lei 142\/2025 em 2026"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; custom_margin=&#8221;||0px||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;||0px||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221; custom_margin=&#8221;||0px||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;||0px||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; custom_padding=&#8221;||0px||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_text content_tablet=&#8221;<\/p>\n<h2 data-start=%22329%22 data-end=%22866%22>Cidadania italiana com a lei 142\/2025 da Corte Constitucional<\/h2>\n<p data-start=%22329%22 data-end=%22866%22>Sobre a cidadania italiana com a lei 142\/2025, no dia 31 de julho de 2025, a <strong>Corte Constitucional italiana<\/strong> proferiu a <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:142%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 142 de 2025<\/a>, abordando um tema de extrema relev\u00e2ncia para milh\u00f5es de <strong>descendentes de italianos<\/strong> em todo o mundo.<\/p>\n<p data-start=%22329%22 data-end=%22866%22>Esse pronunciamento ocorreu em um <strong>momento hist\u00f3rico<\/strong> marcado por intenso debate sobre a <strong>cidadania italiana<\/strong>, tanto na m\u00eddia tradicional quanto nas plataformas digitais e redes sociais. De fato, o tema sobre a cidadania italiana com a lei 142\/2025se tornou-se especialmente sens\u00edvel, pois <strong>afeta diretamente brasileiros descendentes de italianos<\/strong> que buscam o <strong>reconhecimento de sua cidadania origin\u00e1ria<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%22868%22 data-end=%221433%22>Nesse contexto, a Corte analisou questionamentos formulados h\u00e1 anos pelos <strong>Tribunais italianos de Roma, Mil\u00e3o, Bolonha e Floren\u00e7a<\/strong>. Esses foros concentram o <strong>maior n\u00famero de a\u00e7\u00f5es judiciais<\/strong> relativas ao reconhecimento da <strong>cidadania italiana<\/strong>, seja por via materna, seja em raz\u00e3o da excessiva demora dos <strong>Consulados italianos<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%22868%22 data-end=%221433%22>Al\u00e9m disso, esses Tribunais provocaram a <strong>Corte Constitucional<\/strong> para que esclarecesse a <strong>suposta ilegitimidade constitucional da legisla\u00e7\u00e3o italiana<\/strong>, em raz\u00e3o da inexist\u00eancia, at\u00e9 ent\u00e3o, de um <strong>limite geracional para o reconhecimento da cidadania<\/strong>.<\/p>\n<h3 data-start=%22868%22 data-end=%221433%22>O entendimento dos tribunais italianos sobre a cidadania italiana<\/h3>\n<p data-start=%221435%22 data-end=%221956%22>Segundo o entendimento desses Tribunais, a legisla\u00e7\u00e3o italiana se mostraria <strong>excessivamente permissiva<\/strong> quando comparada \u00e0s normas de <strong>outros pa\u00edses europeus<\/strong> e at\u00e9 mesmo \u00e0s <strong>diretrizes da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%221435%22 data-end=%221956%22>Assim, sustentaram que a aus\u00eancia de um limite geracional configuraria um <strong>v\u00edcio constitucional<\/strong>. Portanto, solicitaram que a Corte declarasse a <strong>inconstitucionalidade dessa omiss\u00e3o legislativa<\/strong>. Em outras palavras, defenderam que apenas a previs\u00e3o de um limite geracional tornaria a legisla\u00e7\u00e3o <strong>compat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%221958%22 data-end=%222312%22>Diante desse cen\u00e1rio, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> passou a examinar o m\u00e9rito das quest\u00f5es apresentadas. Antes de tudo, <strong>indeferiu a participa\u00e7\u00e3o de diversas associa\u00e7\u00f5es e advogados no processo<\/strong>. Em seguida, reconheceu a <strong>superveni\u00eancia da reforma da cidadania italiana<\/strong>, introduzida pelo <a href=%22https:\/\/www.normattiva.it\/uri-res\/N2Ls?urn:nir:stato:decreto.legge:2025-03-28;36%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>Decreto-Lei n. 36 de 2025<\/a> e posteriormente convertido na Lei n. 74 de 2025.<\/p>\n<p>&#8221; content_phone=&#8221;<\/p>\n<h2 data-start=%22329%22 data-end=%22866%22>Cidadania italiana com a lei 142\/2025 da Corte Constitucional<\/h2>\n<p data-start=%22329%22 data-end=%22866%22>Sobre a cidadania italiana com a lei 142\/2025, no dia 31 de julho de 2025, a <strong>Corte Constitucional italiana<\/strong> proferiu a <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:142%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 142 de 2025<\/a>, abordando um tema de extrema relev\u00e2ncia para milh\u00f5es de <strong>descendentes de italianos<\/strong> em todo o mundo.<\/p>\n<p data-start=%22329%22 data-end=%22866%22>Esse pronunciamento ocorreu em um <strong>momento hist\u00f3rico<\/strong> marcado por intenso debate sobre a <strong>cidadania italiana<\/strong>, tanto na m\u00eddia tradicional quanto nas plataformas digitais e redes sociais. De fato, o tema sobre a cidadania italiana com a lei 142\/2025se tornou-se especialmente sens\u00edvel, pois <strong>afeta diretamente brasileiros descendentes de italianos<\/strong> que buscam o <strong>reconhecimento de sua cidadania origin\u00e1ria<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%22868%22 data-end=%221433%22>Nesse contexto, a Corte analisou questionamentos formulados h\u00e1 anos pelos <strong>Tribunais italianos de Roma, Mil\u00e3o, Bolonha e Floren\u00e7a<\/strong>. Esses foros concentram o <strong>maior n\u00famero de a\u00e7\u00f5es judiciais<\/strong> relativas ao reconhecimento da <strong>cidadania italiana<\/strong>, seja por via materna, seja em raz\u00e3o da excessiva demora dos <strong>Consulados italianos<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%22868%22 data-end=%221433%22>Al\u00e9m disso, esses Tribunais provocaram a <strong>Corte Constitucional<\/strong> para que esclarecesse a <strong>suposta ilegitimidade constitucional da legisla\u00e7\u00e3o italiana<\/strong>, em raz\u00e3o da inexist\u00eancia, at\u00e9 ent\u00e3o, de um <strong>limite geracional para o reconhecimento da cidadania<\/strong>.<\/p>\n<h3 data-start=%22868%22 data-end=%221433%22>O entendimento dos tribunais italianos sobre a cidadania italiana<\/h3>\n<p data-start=%221435%22 data-end=%221956%22>Segundo o entendimento desses Tribunais, a legisla\u00e7\u00e3o italiana se mostraria <strong>excessivamente permissiva<\/strong> quando comparada \u00e0s normas de <strong>outros pa\u00edses europeus<\/strong> e at\u00e9 mesmo \u00e0s <strong>diretrizes da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%221435%22 data-end=%221956%22>Assim, sustentaram que a aus\u00eancia de um limite geracional configuraria um <strong>v\u00edcio constitucional<\/strong>. Portanto, solicitaram que a Corte declarasse a <strong>inconstitucionalidade dessa omiss\u00e3o legislativa<\/strong>. Em outras palavras, defenderam que apenas a previs\u00e3o de um limite geracional tornaria a legisla\u00e7\u00e3o <strong>compat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%221958%22 data-end=%222312%22>Diante desse cen\u00e1rio, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> passou a examinar o m\u00e9rito das quest\u00f5es apresentadas. Antes de tudo, <strong>indeferiu a participa\u00e7\u00e3o de diversas associa\u00e7\u00f5es e advogados no processo<\/strong>. Em seguida, reconheceu a <strong>superveni\u00eancia da reforma da cidadania italiana<\/strong>, introduzida pelo <a href=%22https:\/\/www.normattiva.it\/uri-res\/N2Ls?urn:nir:stato:decreto.legge:2025-03-28;36%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>Decreto-Lei n. 36 de 2025<\/a> e posteriormente convertido na Lei n. 74 de 2025.<\/p>\n<p>&#8221; content_last_edited=&#8221;on|desktop&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; custom_margin=&#8221;||||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h2 data-start=\"329\" data-end=\"866\">Cidadania italiana com a lei 142\/2025 da Corte Constitucional<\/h2>\n<p data-start=\"329\" data-end=\"866\">Sobre a\u00a0cidadania italiana com a lei 142\/2025, no dia 31 de julho de 2025, a <strong>Corte Constitucional italiana<\/strong> proferiu a <a href=\"https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:142\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">senten\u00e7a n. 142 de 2025<\/a>, abordando um tema de extrema relev\u00e2ncia para milh\u00f5es de <strong>descendentes de italianos<\/strong> em todo o mundo.<\/p>\n<p data-start=\"329\" data-end=\"866\">Esse pronunciamento ocorreu em um <strong>momento hist\u00f3rico<\/strong> marcado por intenso debate sobre a <strong>cidadania italiana<\/strong>, tanto na m\u00eddia tradicional quanto nas plataformas digitais e redes sociais. De fato, o tema sobre a cidadania italiana com a lei 142\/2025se tornou-se especialmente sens\u00edvel, pois <strong>afeta diretamente brasileiros descendentes de italianos<\/strong> que buscam o <strong>reconhecimento de sua cidadania origin\u00e1ria<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"868\" data-end=\"1433\">Nesse contexto, a Corte analisou questionamentos formulados h\u00e1 anos pelos <strong>Tribunais italianos de Roma, Mil\u00e3o, Bolonha e Floren\u00e7a<\/strong>. Esses foros concentram o <strong>maior n\u00famero de a\u00e7\u00f5es judiciais<\/strong> relativas ao reconhecimento da <strong>cidadania italiana<\/strong>, seja por via materna, seja em raz\u00e3o da excessiva demora dos <strong>Consulados italianos<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"868\" data-end=\"1433\">Al\u00e9m disso, esses Tribunais provocaram a <strong>Corte Constitucional<\/strong> para que esclarecesse a <strong>suposta ilegitimidade constitucional da legisla\u00e7\u00e3o italiana<\/strong>, em raz\u00e3o da inexist\u00eancia, at\u00e9 ent\u00e3o, de um <strong>limite geracional para o reconhecimento da cidadania<\/strong>.<\/p>\n<h3 data-start=\"868\" data-end=\"1433\">O entendimento dos tribunais italianos sobre a cidadania italiana<\/h3>\n<p data-start=\"1435\" data-end=\"1956\">Segundo o entendimento desses Tribunais, a legisla\u00e7\u00e3o italiana se mostraria <strong>excessivamente permissiva<\/strong> quando comparada \u00e0s normas de <strong>outros pa\u00edses europeus<\/strong> e at\u00e9 mesmo \u00e0s <strong>diretrizes da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"1435\" data-end=\"1956\">Assim, sustentaram que a aus\u00eancia de um limite geracional configuraria um <strong>v\u00edcio constitucional<\/strong>. Portanto, solicitaram que a Corte declarasse a <strong>inconstitucionalidade dessa omiss\u00e3o legislativa<\/strong>. Em outras palavras, defenderam que apenas a previs\u00e3o de um limite geracional tornaria a legisla\u00e7\u00e3o <strong>compat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"1958\" data-end=\"2312\">Diante desse cen\u00e1rio, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> passou a examinar o m\u00e9rito das quest\u00f5es apresentadas. Antes de tudo, <strong>indeferiu a participa\u00e7\u00e3o de diversas associa\u00e7\u00f5es e advogados no processo<\/strong>. Em seguida, reconheceu a <strong>superveni\u00eancia da reforma da cidadania italiana<\/strong>, introduzida pelo <a href=\"https:\/\/www.normattiva.it\/uri-res\/N2Ls?urn:nir:stato:decreto.legge:2025-03-28;36\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Decreto-Lei n. 36 de 2025<\/a> e posteriormente convertido na Lei n. 74 de 2025.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/wp-content\/uploads\/analise-da-corte-constitucional-cidadania-italiana-com-a-lei-142-2025.fw_.png&#8221; alt=&#8221;A an\u00e1lise da Corte Constitucional e os limites de sua atua\u00e7\u00e3o&#8221; title_text=&#8221;A an\u00e1lise da Corte Constitucional e os limites de sua atua\u00e7\u00e3o&#8221; align=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text content_tablet=&#8221;<\/p>\n<h3 data-start=%222319%22 data-end=%222388%22><strong data-start=%222323%22 data-end=%222388%22>A an\u00e1lise da Corte Constitucional e os limites de sua atua\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p data-start=%222390%22 data-end=%222751%22>Inicialmente, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> destacou que a <a href=%22https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana\/cidadania-italiana-2025-novas-regras-e-alteracoes\/%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>Lei n. 74\/2025 entrou em vigor ap\u00f3s 27 de mar\u00e7o de 2025<\/a>. Por essa raz\u00e3o, ela <strong>n\u00e3o poderia ser aplicada ao caso concreto sob julgamento<\/strong>. Consequentemente, a Corte <strong>manteve a aplica\u00e7\u00e3o<\/strong> da legisla\u00e7\u00e3o anterior, segundo a qual <strong>o filho de cidad\u00e3o italiano tamb\u00e9m \u00e9 cidad\u00e3o italiano<\/strong>, sem qualquer limita\u00e7\u00e3o geracional.<\/p>\n<p data-start=%222753%22 data-end=%223314%22>Em seguida, a Corte enfrentou diretamente o pedido de declara\u00e7\u00e3o de <strong>ilegitimidade constitucional da legisla\u00e7\u00e3o italiana<\/strong> pela aus\u00eancia de limite geracional. Esse ponto, sem d\u00favida, representou o <strong>aspecto mais impactante da decis\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%222753%22 data-end=%223314%22>Nesse sentido, a Corte afirmou de forma clara que o <strong>legislador<\/strong> possui ampla discricionariedade para <strong>disciplinar o reconhecimento da cidadania italiana<\/strong>, desde que respeite os princ\u00edpios constitucionais da<strong> igualdade e da razoabilidade<\/strong>. Ademais, a pr\u00f3pria Corte j\u00e1 havia reafirmado esse entendimento na recente <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:25%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 25 de 2025<\/a>.<\/p>\n<p data-start=%223316%22 data-end=%223723%22>Assim, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cidadania italiana com a lei 142\/2025, a Corte declarou que n\u00e3o lhe compete <strong>avaliar a constitucionalidade abstrata<\/strong> das escolhas legislativas em mat\u00e9ria de cidadania. No entanto, ressaltou que pode e <strong>deve intervir<\/strong> sempre que, em casos concretos,<strong> as normas violem princ\u00edpios constitucionais<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%223316%22 data-end=%223723%22>Portanto, caso se constate uma afronta \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, a Corte est\u00e1 legitimada a <strong>declarar a inconstitucionalidade<\/strong> de dispositivos legais espec\u00edficos.<\/p>\n<p data-start=%223725%22 data-end=%224209%22>Al\u00e9m disso, a Corte lembrou que a <strong>legisla\u00e7\u00e3o nacional<\/strong> tamb\u00e9m pode ser<strong> fiscalizada pela Corte de Justi\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>, especialmente no \u00e2mbito da cidadania europeia. Inclusive, citou a recente decis\u00e3o de 29 de maio de 2025, na qual a <strong>Corte Europeia<\/strong> declarou incompat\u00edvel com os <strong>Tratados da Uni\u00e3o<\/strong> a legisla\u00e7\u00e3o da <strong>Rep\u00fablica de Malta<\/strong> que <strong>concedia cidadania mediante pagamento<\/strong>. Dessa forma, ficou evidente que os <strong>Estados-membros est\u00e3o sujeitos a um duplo controle: nacional e europeu<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8221; content_phone=&#8221;<\/p>\n<h3 data-start=%222319%22 data-end=%222388%22><strong data-start=%222323%22 data-end=%222388%22>A an\u00e1lise da Corte Constitucional e os limites de sua atua\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p data-start=%222390%22 data-end=%222751%22>Inicialmente, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> destacou que a <a href=%22https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana\/cidadania-italiana-2025-novas-regras-e-alteracoes\/%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>Lei n. 74\/2025 entrou em vigor ap\u00f3s 27 de mar\u00e7o de 2025<\/a>. Por essa raz\u00e3o, ela <strong>n\u00e3o poderia ser aplicada ao caso concreto sob julgamento<\/strong>. Consequentemente, a Corte <strong>manteve a aplica\u00e7\u00e3o<\/strong> da legisla\u00e7\u00e3o anterior, segundo a qual <strong>o filho de cidad\u00e3o italiano tamb\u00e9m \u00e9 cidad\u00e3o italiano<\/strong>, sem qualquer limita\u00e7\u00e3o geracional.<\/p>\n<p data-start=%222753%22 data-end=%223314%22>Em seguida, a Corte enfrentou diretamente o pedido de declara\u00e7\u00e3o de <strong>ilegitimidade constitucional da legisla\u00e7\u00e3o italiana<\/strong> pela aus\u00eancia de limite geracional. Esse ponto, sem d\u00favida, representou o <strong>aspecto mais impactante da decis\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%222753%22 data-end=%223314%22>Nesse sentido, a Corte afirmou de forma clara que o <strong>legislador<\/strong> possui ampla discricionariedade para <strong>disciplinar o reconhecimento da cidadania italiana<\/strong>, desde que respeite os princ\u00edpios constitucionais da<strong> igualdade e da razoabilidade<\/strong>. Ademais, a pr\u00f3pria Corte j\u00e1 havia reafirmado esse entendimento na recente <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:25%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 25 de 2025<\/a>.<\/p>\n<p data-start=%223316%22 data-end=%223723%22>Assim, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cidadania italiana com a lei 142\/2025, a Corte declarou que n\u00e3o lhe compete <strong>avaliar a constitucionalidade abstrata<\/strong> das escolhas legislativas em mat\u00e9ria de cidadania. No entanto, ressaltou que pode e <strong>deve intervir<\/strong> sempre que, em casos concretos,<strong> as normas violem princ\u00edpios constitucionais<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%223316%22 data-end=%223723%22>Portanto, caso se constate uma afronta \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, a Corte est\u00e1 legitimada a <strong>declarar a inconstitucionalidade<\/strong> de dispositivos legais espec\u00edficos.<\/p>\n<p data-start=%223725%22 data-end=%224209%22>Al\u00e9m disso, a Corte lembrou que a <strong>legisla\u00e7\u00e3o nacional<\/strong> tamb\u00e9m pode ser<strong> fiscalizada pela Corte de Justi\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>, especialmente no \u00e2mbito da cidadania europeia. Inclusive, citou a recente decis\u00e3o de 29 de maio de 2025, na qual a <strong>Corte Europeia<\/strong> declarou incompat\u00edvel com os <strong>Tratados da Uni\u00e3o<\/strong> a legisla\u00e7\u00e3o da <strong>Rep\u00fablica de Malta<\/strong> que <strong>concedia cidadania mediante pagamento<\/strong>. Dessa forma, ficou evidente que os <strong>Estados-membros est\u00e3o sujeitos a um duplo controle: nacional e europeu<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8221; content_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; custom_margin=&#8221;||||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h3 data-start=\"2319\" data-end=\"2388\"><strong data-start=\"2323\" data-end=\"2388\">A an\u00e1lise da Corte Constitucional e os limites de sua atua\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p data-start=\"2390\" data-end=\"2751\">Inicialmente, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> destacou que a <a href=\"https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana\/cidadania-italiana-2025-novas-regras-e-alteracoes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lei n. 74\/2025 entrou em vigor ap\u00f3s 27 de mar\u00e7o de 2025<\/a>. Por essa raz\u00e3o, ela <strong>n\u00e3o poderia ser aplicada ao caso concreto sob julgamento<\/strong>. Consequentemente, a Corte <strong>manteve a aplica\u00e7\u00e3o<\/strong> da legisla\u00e7\u00e3o anterior, segundo a qual <strong>o filho de cidad\u00e3o italiano tamb\u00e9m \u00e9 cidad\u00e3o italiano<\/strong>, sem qualquer limita\u00e7\u00e3o geracional.<\/p>\n<p data-start=\"2753\" data-end=\"3314\">Em seguida, a Corte enfrentou diretamente o pedido de declara\u00e7\u00e3o de <strong>ilegitimidade constitucional da legisla\u00e7\u00e3o italiana<\/strong> pela aus\u00eancia de limite geracional. Esse ponto, sem d\u00favida, representou o <strong>aspecto mais impactante da decis\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"2753\" data-end=\"3314\">Nesse sentido, a Corte afirmou de forma clara que o <strong>legislador<\/strong> possui ampla discricionariedade para <strong>disciplinar o reconhecimento da cidadania italiana<\/strong>, desde que respeite os princ\u00edpios constitucionais da<strong> igualdade e da razoabilidade<\/strong>. Ademais, a pr\u00f3pria Corte j\u00e1 havia reafirmado esse entendimento na recente <a href=\"https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:25\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">senten\u00e7a n. 25 de 2025<\/a>.<\/p>\n<p data-start=\"3316\" data-end=\"3723\">Assim, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cidadania italiana com a lei 142\/2025, a Corte declarou que n\u00e3o lhe compete <strong>avaliar a constitucionalidade abstrata<\/strong> das escolhas legislativas em mat\u00e9ria de cidadania. No entanto, ressaltou que pode e <strong>deve intervir<\/strong> sempre que, em casos concretos,<strong> as normas violem princ\u00edpios constitucionais<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"3316\" data-end=\"3723\">Portanto, caso se constate uma afronta \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, a Corte est\u00e1 legitimada a <strong>declarar a inconstitucionalidade<\/strong> de dispositivos legais espec\u00edficos.<\/p>\n<p data-start=\"3725\" data-end=\"4209\">Al\u00e9m disso, a Corte lembrou que a <strong>legisla\u00e7\u00e3o nacional<\/strong> tamb\u00e9m pode ser<strong> fiscalizada pela Corte de Justi\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>, especialmente no \u00e2mbito da cidadania europeia. Inclusive, citou a recente decis\u00e3o de 29 de maio de 2025, na qual a <strong>Corte Europeia<\/strong> declarou incompat\u00edvel com os <strong>Tratados da Uni\u00e3o<\/strong> a legisla\u00e7\u00e3o da <strong>Rep\u00fablica de Malta<\/strong> que <strong>concedia cidadania mediante pagamento<\/strong>. Dessa forma, ficou evidente que os <strong>Estados-membros est\u00e3o sujeitos a um duplo controle: nacional e europeu<\/strong>.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text content_tablet=&#8221;<\/p>\n<h3 data-start=%224216%22 data-end=%224291%22><strong data-start=%224220%22 data-end=%224291%22>Os princ\u00edpios constitucionais consolidados sobre cidadania italiana<\/strong><\/h3>\n<p data-start=%224293%22 data-end=%224701%22>Ao longo da decis\u00e3o, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> italiana refor\u00e7ou princ\u00edpios fundamentais que devem <strong>orientar a legisla\u00e7\u00e3o sobre cidadania<\/strong>. Entre eles, destacou o princ\u00edpio da <strong>n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o nas modalidades<\/strong> de atribui\u00e7\u00e3o da cidadania.<\/p>\n<p data-start=%224293%22 data-end=%224701%22>Nesse ponto, recordou a hist\u00f3rica <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/stampa-pdf-pronuncia\/1983\/30%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 30 de 1983<\/a>, que equiparou juridicamente <strong>pai e m\u00e3e na transmiss\u00e3o da cidadania<\/strong>, viabilizando os <a href=%22https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana-via-judicial-por-linha-materna\/%22>reconhecimentos por linha materna<\/a>.<\/p>\n<p data-start=%224703%22 data-end=%225097%22>Al\u00e9m disso, a Corte mencionou a <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:25%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 25 de 2025<\/a>, que declarou inconstitucionais normas que <strong>exigiam de pessoas com defici\u00eancia f\u00edsica ou mental<\/strong> o cumprimento de <strong>requisitos imposs\u00edveis<\/strong> em raz\u00e3o de suas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p data-start=%224703%22 data-end=%225097%22>Do mesmo modo, lembrou a <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2022:195%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 195 de 2022<\/a>, que <strong>afastou a perda do direito \u00e0 cidadania por casamento<\/strong> em raz\u00e3o do <strong>falecimento do c\u00f4njuge durante o processo administrativo<\/strong>. Desta forma, no caso de indeferimento da cidadania por casamento por causa do falecimento do c\u00f4njuge, hoje se pode entrar com <a href=%22https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana-casamento-homoafetivo\/%22>recurso judicial<\/a>.<\/p>\n<p data-start=%225099%22 data-end=%225355%22>Portanto, a Corte reafirmou que, embora <strong>o legislador detenha compet\u00eancia<\/strong> para regular a mat\u00e9ria, essa atua\u00e7\u00e3o sempre <strong>permanece sujeita ao controle constitucional e europeu<\/strong>. Em outras palavras, <strong>nenhuma lei sobre cidadania est\u00e1 imune \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o judicial<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8221; content_phone=&#8221;<\/p>\n<h3 data-start=%224216%22 data-end=%224291%22><strong data-start=%224220%22 data-end=%224291%22>Os princ\u00edpios constitucionais consolidados sobre cidadania italiana<\/strong><\/h3>\n<p data-start=%224293%22 data-end=%224701%22>Ao longo da decis\u00e3o, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> italiana refor\u00e7ou princ\u00edpios fundamentais que devem <strong>orientar a legisla\u00e7\u00e3o sobre cidadania<\/strong>. Entre eles, destacou o princ\u00edpio da <strong>n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o nas modalidades<\/strong> de atribui\u00e7\u00e3o da cidadania.<\/p>\n<p data-start=%224293%22 data-end=%224701%22>Nesse ponto, recordou a hist\u00f3rica <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/stampa-pdf-pronuncia\/1983\/30%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 30 de 1983<\/a>, que equiparou juridicamente <strong>pai e m\u00e3e na transmiss\u00e3o da cidadania<\/strong>, viabilizando os <a href=%22https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana-via-judicial-por-linha-materna\/%22>reconhecimentos por linha materna<\/a>.<\/p>\n<p data-start=%224703%22 data-end=%225097%22>Al\u00e9m disso, a Corte mencionou a <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:25%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 25 de 2025<\/a>, que declarou inconstitucionais normas que <strong>exigiam de pessoas com defici\u00eancia f\u00edsica ou mental<\/strong> o cumprimento de <strong>requisitos imposs\u00edveis<\/strong> em raz\u00e3o de suas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p data-start=%224703%22 data-end=%225097%22>Do mesmo modo, lembrou a <a href=%22https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2022:195%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>senten\u00e7a n. 195 de 2022<\/a>, que <strong>afastou a perda do direito \u00e0 cidadania por casamento<\/strong> em raz\u00e3o do <strong>falecimento do c\u00f4njuge durante o processo administrativo<\/strong>. Desta forma, no caso de indeferimento da cidadania por casamento por causa do falecimento do c\u00f4njuge, hoje se pode entrar com <a href=%22https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana-casamento-homoafetivo\/%22>recurso judicial<\/a>.<\/p>\n<p data-start=%225099%22 data-end=%225355%22>Portanto, a Corte reafirmou que, embora <strong>o legislador detenha compet\u00eancia<\/strong> para regular a mat\u00e9ria, essa atua\u00e7\u00e3o sempre <strong>permanece sujeita ao controle constitucional e europeu<\/strong>. Em outras palavras, <strong>nenhuma lei sobre cidadania est\u00e1 imune \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o judicial<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8221; content_last_edited=&#8221;on|desktop&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; custom_margin=&#8221;||||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h3 data-start=\"4216\" data-end=\"4291\"><strong data-start=\"4220\" data-end=\"4291\">Os princ\u00edpios constitucionais consolidados sobre cidadania italiana<\/strong><\/h3>\n<p data-start=\"4293\" data-end=\"4701\">Ao longo da decis\u00e3o, a <strong>Corte Constitucional<\/strong> italiana refor\u00e7ou princ\u00edpios fundamentais que devem <strong>orientar a legisla\u00e7\u00e3o sobre cidadania<\/strong>. Entre eles, destacou o princ\u00edpio da <strong>n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o nas modalidades<\/strong> de atribui\u00e7\u00e3o da cidadania.<\/p>\n<p data-start=\"4293\" data-end=\"4701\">Nesse ponto, recordou a hist\u00f3rica <a href=\"https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/stampa-pdf-pronuncia\/1983\/30\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">senten\u00e7a n. 30 de 1983<\/a>, que equiparou juridicamente <strong>pai e m\u00e3e na transmiss\u00e3o da cidadania<\/strong>, viabilizando os <a href=\"https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana-via-judicial-por-linha-materna\/\">reconhecimentos por linha materna<\/a>.<\/p>\n<p data-start=\"4703\" data-end=\"5097\">Al\u00e9m disso, a Corte mencionou a <a href=\"https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2025:25\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">senten\u00e7a n. 25 de 2025<\/a>, que declarou inconstitucionais normas que <strong>exigiam de pessoas com defici\u00eancia f\u00edsica ou mental<\/strong> o cumprimento de <strong>requisitos imposs\u00edveis<\/strong> em raz\u00e3o de suas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p data-start=\"4703\" data-end=\"5097\">Do mesmo modo, lembrou a <a href=\"https:\/\/www.cortecostituzionale.it\/scheda-pronuncia\/ECLI:IT:COST:2022:195\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">senten\u00e7a n. 195 de 2022<\/a>, que <strong>afastou a perda do direito \u00e0 cidadania por casamento<\/strong> em raz\u00e3o do <strong>falecimento do c\u00f4njuge durante o processo administrativo<\/strong>. Desta forma, no caso de indeferimento da cidadania por casamento por causa do falecimento do c\u00f4njuge, hoje se pode entrar com <a href=\"https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana-casamento-homoafetivo\/\">recurso judicial<\/a>.<\/p>\n<p data-start=\"5099\" data-end=\"5355\">Portanto, a Corte reafirmou que, embora <strong>o legislador detenha compet\u00eancia<\/strong> para regular a mat\u00e9ria, essa atua\u00e7\u00e3o sempre <strong>permanece sujeita ao controle constitucional e europeu<\/strong>. Em outras palavras, <strong>nenhuma lei sobre cidadania est\u00e1 imune \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o judicial<\/strong>.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/wp-content\/uploads\/impacto-pratico-da-sentenca-cidadania-italiana-2026.jpg&#8221; alt=&#8221;Cidadania italiana com a lei 142\/2025 e o impacto pr\u00e1tico da senten\u00e7a&#8221; title_text=&#8221;Cidadania italiana com a lei 142\/2025 e o impacto pr\u00e1tico da senten\u00e7a&#8221; align=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text content_tablet=&#8221;<\/p>\n<h3 data-start=%225362%22 data-end=%225438%22><strong data-start=%225366%22 data-end=%225438%22>Cidadania italiana com a lei 142\/2025 e o impacto pr\u00e1tico da senten\u00e7a<\/strong><\/h3>\n<p data-start=%225440%22 data-end=%225876%22>Quanto aos <strong>efeitos concretos da decis\u00e3o<\/strong>, a <strong>Corte Constitucional indeferiu integralmente<\/strong> os pedidos formulados pelos Tribunais de Roma, Mil\u00e3o, Floren\u00e7a e Bolonha. Assim, <strong>n\u00e3o declarou inconstitucional a aus\u00eancia de limite geracional na legisla\u00e7\u00e3o anterior<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%225440%22 data-end=%225876%22>Pelo contr\u00e1rio, <strong>reconheceu a legitimidade constitucional<\/strong> da transmiss\u00e3o da cidadania italiana <strong>sem limita\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es<\/strong> para os casos analisados antes da vig\u00eancia da <a href=%22https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana\/cidadania-italiana-2025-novas-regras-e-alteracoes\/%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>Lei n. 74\/2025<\/a>.<\/p>\n<p data-start=%225878%22 data-end=%226229%22>Todavia, a Corte deixou claro que esse entendimento <strong>se aplica apenas \u00e0s situa\u00e7\u00f5es anteriores \u00e0 reforma legislativa<\/strong>. Ainda assim, ao refor\u00e7ar a necessidade de <strong>respeito \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o e aos Tratados da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>, a decis\u00e3o produziu um efeito positivo relevante. Afinal, confirmou que o legislador pode inovar, mas sempre <strong>sob controle jurisdicional<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%226231%22 data-end=%226653%22>Por outro lado, quando se trata da cidadania italiana com a lei 142\/2025, a Corte n\u00e3o se manifestou sobre a <strong>constitucionalidade da reforma da cidadania<\/strong> que imp\u00f4s o limite de duas gera\u00e7\u00f5es. Com isso, <strong>frustrou as expectativas de milh\u00f5es de descendentes<\/strong> que aguardavam um pronunciamento favor\u00e1vel.<\/p>\n<p data-start=%226231%22 data-end=%226653%22>Na realidade, a Corte manteve uma <strong>postura t\u00e9cnica e imparcial<\/strong>, explicando que somente pode se pronunciar diante de casos concretos e n\u00e3o de forma abstrata sobre a <strong>validade geral da lei<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%226655%22 data-end=%226993%22>Consequentemente, a Corte sinalizou que poder\u00e1 <strong>examinar a constitucionalidade da reforma futuramente<\/strong>, desde que provocada por <strong>a\u00e7\u00f5es judiciais espec\u00edficas<\/strong>. Do mesmo modo, <strong>caber\u00e1 aos Tribunais inferiores<\/strong> julgar os novos casos \u00e0 luz dos <strong>princ\u00edpios constitucionais j\u00e1 consolidados<\/strong>, especialmente aqueles reafirmados na senten\u00e7a n. 25 de 2025.<\/p>\n<p>&#8221; content_phone=&#8221;<\/p>\n<h3 data-start=%225362%22 data-end=%225438%22><strong data-start=%225366%22 data-end=%225438%22>Cidadania italiana com a lei 142\/2025 e o impacto pr\u00e1tico da senten\u00e7a<\/strong><\/h3>\n<p data-start=%225440%22 data-end=%225876%22>Quanto aos <strong>efeitos concretos da decis\u00e3o<\/strong>, a <strong>Corte Constitucional indeferiu integralmente<\/strong> os pedidos formulados pelos Tribunais de Roma, Mil\u00e3o, Floren\u00e7a e Bolonha. Assim, <strong>n\u00e3o declarou inconstitucional a aus\u00eancia de limite geracional na legisla\u00e7\u00e3o anterior<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%225440%22 data-end=%225876%22>Pelo contr\u00e1rio, <strong>reconheceu a legitimidade constitucional<\/strong> da transmiss\u00e3o da cidadania italiana <strong>sem limita\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es<\/strong> para os casos analisados antes da vig\u00eancia da <a href=%22https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana\/cidadania-italiana-2025-novas-regras-e-alteracoes\/%22 data-et-target-link=%22_blank%22 rel=%22noopener%22>Lei n. 74\/2025<\/a>.<\/p>\n<p data-start=%225878%22 data-end=%226229%22>Todavia, a Corte deixou claro que esse entendimento <strong>se aplica apenas \u00e0s situa\u00e7\u00f5es anteriores \u00e0 reforma legislativa<\/strong>. Ainda assim, ao refor\u00e7ar a necessidade de <strong>respeito \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o e aos Tratados da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>, a decis\u00e3o produziu um efeito positivo relevante. Afinal, confirmou que o legislador pode inovar, mas sempre <strong>sob controle jurisdicional<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%226231%22 data-end=%226653%22>Por outro lado, quando se trata da cidadania italiana com a lei 142\/2025, a Corte n\u00e3o se manifestou sobre a <strong>constitucionalidade da reforma da cidadania<\/strong> que imp\u00f4s o limite de duas gera\u00e7\u00f5es. Com isso, <strong>frustrou as expectativas de milh\u00f5es de descendentes<\/strong> que aguardavam um pronunciamento favor\u00e1vel.<\/p>\n<p data-start=%226231%22 data-end=%226653%22>Na realidade, a Corte manteve uma <strong>postura t\u00e9cnica e imparcial<\/strong>, explicando que somente pode se pronunciar diante de casos concretos e n\u00e3o de forma abstrata sobre a <strong>validade geral da lei<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%226655%22 data-end=%226993%22>Consequentemente, a Corte sinalizou que poder\u00e1 <strong>examinar a constitucionalidade da reforma futuramente<\/strong>, desde que provocada por <strong>a\u00e7\u00f5es judiciais espec\u00edficas<\/strong>. Do mesmo modo, <strong>caber\u00e1 aos Tribunais inferiores<\/strong> julgar os novos casos \u00e0 luz dos <strong>princ\u00edpios constitucionais j\u00e1 consolidados<\/strong>, especialmente aqueles reafirmados na senten\u00e7a n. 25 de 2025.<\/p>\n<p>&#8221; content_last_edited=&#8221;on|desktop&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; custom_margin=&#8221;||||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h3 data-start=\"5362\" data-end=\"5438\"><strong data-start=\"5366\" data-end=\"5438\">Cidadania italiana com a lei 142\/2025 e o impacto pr\u00e1tico da senten\u00e7a<\/strong><\/h3>\n<p data-start=\"5440\" data-end=\"5876\">Quanto aos <strong>efeitos concretos da decis\u00e3o<\/strong>, a <strong>Corte Constitucional indeferiu integralmente<\/strong> os pedidos formulados pelos Tribunais de Roma, Mil\u00e3o, Floren\u00e7a e Bolonha. Assim, <strong>n\u00e3o declarou inconstitucional a aus\u00eancia de limite geracional na legisla\u00e7\u00e3o anterior<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"5440\" data-end=\"5876\">Pelo contr\u00e1rio, <strong>reconheceu a legitimidade constitucional<\/strong> da transmiss\u00e3o da cidadania italiana <strong>sem limita\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es<\/strong> para os casos analisados antes da vig\u00eancia da <a href=\"https:\/\/www.bellalex.net\/pt\/cidadania-italiana\/cidadania-italiana-2025-novas-regras-e-alteracoes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lei n. 74\/2025<\/a>.<\/p>\n<p data-start=\"5878\" data-end=\"6229\">Todavia, a Corte deixou claro que esse entendimento <strong>se aplica apenas \u00e0s situa\u00e7\u00f5es anteriores \u00e0 reforma legislativa<\/strong>. Ainda assim, ao refor\u00e7ar a necessidade de <strong>respeito \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o e aos Tratados da Uni\u00e3o Europeia<\/strong>, a decis\u00e3o produziu um efeito positivo relevante. Afinal, confirmou que o legislador pode inovar, mas sempre <strong>sob controle jurisdicional<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"6231\" data-end=\"6653\">Por outro lado, quando se trata da cidadania italiana com a lei 142\/2025, a Corte n\u00e3o se manifestou sobre a <strong>constitucionalidade da reforma da cidadania<\/strong> que imp\u00f4s o limite de duas gera\u00e7\u00f5es. Com isso, <strong>frustrou as expectativas de milh\u00f5es de descendentes<\/strong> que aguardavam um pronunciamento favor\u00e1vel.<\/p>\n<p data-start=\"6231\" data-end=\"6653\">Na realidade, a Corte manteve uma <strong>postura t\u00e9cnica e imparcial<\/strong>, explicando que somente pode se pronunciar diante de casos concretos e n\u00e3o de forma abstrata sobre a <strong>validade geral da lei<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"6655\" data-end=\"6993\">Consequentemente, a Corte sinalizou que poder\u00e1 <strong>examinar a constitucionalidade da reforma futuramente<\/strong>, desde que provocada por <strong>a\u00e7\u00f5es judiciais espec\u00edficas<\/strong>. Do mesmo modo, <strong>caber\u00e1 aos Tribunais inferiores<\/strong> julgar os novos casos \u00e0 luz dos <strong>princ\u00edpios constitucionais j\u00e1 consolidados<\/strong>, especialmente aqueles reafirmados na senten\u00e7a n. 25 de 2025.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text content_tablet=&#8221;<\/p>\n<h3 data-start=%227000%22 data-end=%227078%22><strong data-start=%227004%22 data-end=%227078%22>\u00c9 poss\u00edvel obter a cidadania italiana al\u00e9m do limite de duas gera\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/h3>\n<p data-start=%227080%22 data-end=%227385%22>Atualmente, <strong>n\u00e3o existe jurisprud\u00eancia consolidada<\/strong> sobre a aplica\u00e7\u00e3o do limite de duas gera\u00e7\u00f5es introduzido pela Lei n. 74\/2025, pois a reforma entrou em vigor recentemente. Entretanto, a senten\u00e7a n. 142 de 2025 <strong>estabeleceu diretrizes relevantes<\/strong> que podem favorecer <strong>interpreta\u00e7\u00f5es judiciais mais flex\u00edveis<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%227387%22 data-end=%227723%22>Nesse sentido, \u00e9 poss\u00edvel sustentar que determinados trechos da decis\u00e3o podem <strong>fundamentar pedidos judiciais<\/strong> de reconhecimento da cidadania italiana<strong> mesmo para descendentes de linhagens mais antigas<\/strong>. Portanto, ainda que a legisla\u00e7\u00e3o preveja o limite, existem <strong>argumentos jur\u00eddicos plaus\u00edveis para buscar o reconhecimento por via judicial<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%227725%22 data-end=%228048%22 data-is-last-node=%22%22 data-is-only-node=%22%22>Em conclus\u00e3o, <strong>permanece vi\u00e1vel ingressar com a\u00e7\u00f5es judiciais<\/strong> para o reconhecimento da cidadania italiana <strong>mesmo nos casos de bisnetos, tataranetos ou descendentes de ancestrais italianos<\/strong> ainda mais remotos, desde que <strong>bem fundamentadas nos princ\u00edpios constitucionais e europeus<\/strong> reafirmados pela <strong>Corte Constitucional italiana<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8221; content_phone=&#8221;<\/p>\n<h3 data-start=%227000%22 data-end=%227078%22><strong data-start=%227004%22 data-end=%227078%22>\u00c9 poss\u00edvel obter a cidadania italiana al\u00e9m do limite de duas gera\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/h3>\n<p data-start=%227080%22 data-end=%227385%22>Atualmente, <strong>n\u00e3o existe jurisprud\u00eancia consolidada<\/strong> sobre a aplica\u00e7\u00e3o do limite de duas gera\u00e7\u00f5es introduzido pela Lei n. 74\/2025, pois a reforma entrou em vigor recentemente. Entretanto, a senten\u00e7a n. 142 de 2025 <strong>estabeleceu diretrizes relevantes<\/strong> que podem favorecer <strong>interpreta\u00e7\u00f5es judiciais mais flex\u00edveis<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%227387%22 data-end=%227723%22>Nesse sentido, \u00e9 poss\u00edvel sustentar que determinados trechos da decis\u00e3o podem <strong>fundamentar pedidos judiciais<\/strong> de reconhecimento da cidadania italiana<strong> mesmo para descendentes de linhagens mais antigas<\/strong>. Portanto, ainda que a legisla\u00e7\u00e3o preveja o limite, existem <strong>argumentos jur\u00eddicos plaus\u00edveis para buscar o reconhecimento por via judicial<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=%227725%22 data-end=%228048%22 data-is-last-node=%22%22 data-is-only-node=%22%22>Em conclus\u00e3o, <strong>permanece vi\u00e1vel ingressar com a\u00e7\u00f5es judiciais<\/strong> para o reconhecimento da cidadania italiana <strong>mesmo nos casos de bisnetos, tataranetos ou descendentes de ancestrais italianos<\/strong> ainda mais remotos, desde que <strong>bem fundamentadas nos princ\u00edpios constitucionais e europeus<\/strong> reafirmados pela <strong>Corte Constitucional italiana<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8221; content_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; custom_margin=&#8221;||||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h3 data-start=\"7000\" data-end=\"7078\"><strong data-start=\"7004\" data-end=\"7078\">\u00c9 poss\u00edvel obter a cidadania italiana al\u00e9m do limite de duas gera\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/h3>\n<p data-start=\"7080\" data-end=\"7385\">Atualmente, <strong>n\u00e3o existe jurisprud\u00eancia consolidada<\/strong> sobre a aplica\u00e7\u00e3o do limite de duas gera\u00e7\u00f5es introduzido pela Lei n. 74\/2025, pois a reforma entrou em vigor recentemente. Entretanto, a senten\u00e7a n. 142 de 2025 <strong>estabeleceu diretrizes relevantes<\/strong> que podem favorecer <strong>interpreta\u00e7\u00f5es judiciais mais flex\u00edveis<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"7387\" data-end=\"7723\">Nesse sentido, \u00e9 poss\u00edvel sustentar que determinados trechos da decis\u00e3o podem <strong>fundamentar pedidos judiciais<\/strong> de reconhecimento da cidadania italiana<strong> mesmo para descendentes de linhagens mais antigas<\/strong>. Portanto, ainda que a legisla\u00e7\u00e3o preveja o limite, existem <strong>argumentos jur\u00eddicos plaus\u00edveis para buscar o reconhecimento por via judicial<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"7725\" data-end=\"8048\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\">Em conclus\u00e3o, <strong>permanece vi\u00e1vel ingressar com a\u00e7\u00f5es judiciais<\/strong> para o reconhecimento da cidadania italiana <strong>mesmo nos casos de bisnetos, tataranetos ou descendentes de ancestrais italianos<\/strong> ainda mais remotos, desde que <strong>bem fundamentadas nos princ\u00edpios constitucionais e europeus<\/strong> reafirmados pela <strong>Corte Constitucional italiana<\/strong>.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 31 de julho de 2025, a Corte Constitucional italiana proferiu a senten\u00e7a n. 142 de 2025, abordando um tema de extrema relev\u00e2ncia para milh\u00f5es de descendentes de italianos em todo o mundo. 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